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Uma nova maneira de se comunicar com neurônios usando estimulação ultrassônica focalizada
Ainda me lembro vividamente da primeira vez que observamos neurônios respondendo não a sons audíveis, mas a pulsos ultrassônicos concentrados e precisamente calibrados. Na tela à nossa frente, os sinais de cálcio das células cerebrais começaram a subir e descer em pequenas ondas. Tratava-se menos de forçar o cérebro a se adaptar e mais de ouvir o cérebro e responder sutilmente.

