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Um fígado humano em miniatura transforma testes toxicológicos de contaminantes alimentares
Avaliar a toxicidade dos contaminantes alimentares – incluindo o potencial carcinogénico – é um grande desafio na avaliação dos riscos associados à exposição. Nos últimos anos, como parte dos esforços para reduzir os testes em animais, métodos analíticos bidimensionais (2D) utilizando linhas celulares hepáticas humanas (que constituem a maior parte do fígado) avançaram na toxicologia preditiva de contaminantes. No entanto, estas abordagens têm limitações, porque não captam suficientemente a complexidade do órgão.

