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Os pesquisadores descobrem que a ancestralidade genética é um componente crítico na avaliação de tumores cancerígenos de cabeça e pescoço
A ancestralidade genética desempenha um papel fundamental na determinação do comportamento dos tumores de cabeça e pescoço e pode ajudar a explicar por que os pacientes afro-americanos sobrevivem metade do tempo que seus homólogos de ascendência europeia, de acordo com um novo estudo de revisão liderado por pesquisadores do Instituto de Ciências do Genoma (IGS) da Escola de Medicina da Universidade de Maryland (UMSOM) e do Centro Compreensivo de Câncer Greenebaum da Universidade de Maryland (UMGCCC).