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Os neurônios cerebrais processam saliência, valência e valor separadamente para entender o que é importante – e o que não é
O som de um alarme de incêndio nos diz para sair rapidamente para não nos machucarmos, enquanto a visão de uma placa de posto de gasolina pode sinalizar uma chance de reabastecer. Na vida cotidiana, aprendemos a vincular os sinais que sentimos com o que eles significam, ajudando-nos a evitar o perigo ou a encontrar o que precisamos. Mas como é que o cérebro classifica e prioriza todas estas pistas e o seu significado para guiar rapidamente as nossas reações ao que vemos, ouvimos, sentimos e percebemos?