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Estimulação auditiva bem sucedida de 40 Hz em macacos idosos sugere potencial para terapia não invasiva da doença de Alzheimer
Uma equipe de pesquisa do Instituto de Zoologia de Kunming (KIZ) da Academia Chinesa de Ciências demonstrou pela primeira vez em primatas não humanos que a estimulação auditiva a 40 Hz eleva significativamente os níveis de β-amilóide no líquido cefalorraquidiano (LCR) de macacos rhesus idosos, com esse efeito persistindo por mais de cinco semanas.

