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Cinco ‘impressões digitais’ mutacionais podem ajudar a prever quão visíveis os tumores são para o sistema imunológico
Pesquisadores do Centro de Pesquisa Biológica HUN-REN Szeged e do HCEMM acabaram de publicar um novo estudo sugerindo que não é simplesmente o número de mutações tumorais que importa para a imunoterapia, mas o tipo de padrões de mutação que elas criam. A equipe descobriu uma “impressão digital” distinta ligada a problemas de reparo de DNA e exposições químicas que podem tornar os tumores surpreendentemente difíceis de serem detectados pelo sistema imunológico, mesmo quando a contagem de mutações é alta. O estudo também salienta que a genética de um paciente, incluindo tipos comuns de HLA nos europeus, pode alterar a visibilidade do mesmo tumor para as células T. O artigo foi publicado recentemente na Molecular Systems Biology.