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As ‘impressões digitais’ do cérebro são menos exclusivas no transtorno depressivo maior, sugere estudo
O transtorno depressivo maior (TDM) é uma condição debilitante que afeta mais de 246 milhões de pessoas em todo o mundo, mas os cientistas têm lutado para identificar marcadores cerebrais consistentes que possam melhorar o diagnóstico e o tratamento. Encontrar marcadores neurobiológicos confiáveis para TDM tem sido dificultado pelas diferenças metodológicas observadas nos estudos de neuroimagem. Os estudos tradicionais de imagens cerebrais produziram resultados conflitantes, muitas vezes devido a diferenças nos métodos e nos canais de análise. Esta inconsistência tornou difícil identificar assinaturas neurobiológicas confiáveis da depressão.

