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Tecido cardíaco cultivado em laboratório bate sozinho enquanto sensores rastreiam a força em tempo real
Cientistas da Universidade de Montreal e do seu afiliado Centro de Pesquisa Azrieli du CHU Sainte-Justine fizeram um grande avanço em suas pesquisas sobre doenças cardiovasculares: eles criaram um tecido cardíaco tridimensional funcional que pode bater de forma autônoma in vitro. O tecido incorpora microssensores que permitem fazer análises precisas e em tempo real de suas propriedades contráteis. Este avanço marca um passo importante na modelagem de doenças cardíacas humanas e na realização de testes pré-clínicos de medicamentos.

