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Modelo computacional cardíaco pode ajudar médicos a operar e tratar pacientes com arritmia
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A fibrilação atrial é um dos tipos de arritmia mais comuns, fazendo com que o coração não se contraia adequadamente para bombear o sangue, o que pode levar à formação de trombos (coágulos sanguíneos) e aos consequentes riscos associados (ataque cardíaco, acidente vascular cerebral). Normalmente, os pacientes com fibrilação atrial tomam anticoagulantes, mas a dose deve ser ajustada e mantida a mais baixa possível, pois esses medicamentos apresentam efeitos colaterais negativos, principalmente porque aumentam o risco de sangramento intenso. Se o sangramento for interno, pode causar derrames hemorrágicos, embolias ou sangramento abdominal.
