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Modelo ajuda a prever fraturas de quadril entre mulheres com osteoporose analisando apenas 7% da articulação
Cientistas da Universidade Pompeu Fabra (UPF) deram um grande salto na previsão do risco de fratura de quadril entre mulheres devido à osteoporose. Eles descobriram que não é necessário examinar todas as partes do quadril para prever se ele pode fraturar, mas é suficiente estudar 7% da massa óssea. É a parte formada pelas chamadas áreas críticas e sua identificação é fundamental para aprimorar os métodos diagnósticos. Por exemplo, para diminuir as áreas do quadril que necessitam de um raio X.

